Reduzir, reutilizar e reciclar são conceitos fundamentais para garantir que os resíduos produzidos no dia-a-dia, obtenham um final positivo. A teoria dos 3 R's é mundialmente conhecida, embora, raramente seja colocada em prática. Reduzir consiste em diminuir o consumo de materiais que possuam alto nível de poluição envolvido em sua degradação. Optar pelas embalagens de papelão, no lugar das de plástico ou isopor, é uma alternativa ecoconsciente; o papelão além de ser reciclável, gasta menos energia para ser produzido. Reutilizar é um verbo que deve ser interpretado ao pé da letra. Utilizar produtos de diversas maneiras, como por exemplo embalagens plásticas. E por fim, porém não menos importante: RECICLAR. O processo consiste em fazer coisas novas a partir de coisas usadas. Além de reduzir o volume do lixo, ajuda na recuperação natural do meio ambiente. Custos ambientais, econômicos e benefícios sociais, estão entrelaçados à teoria dos 3 R's e à coleta seletiva. De que forma? Contribuindo para o aumento da vida útil dos aterros sanitários; melhoria das condições ambientais;
preservação dos recursos naturais. Redução dos custos com tratamento e disposição final do lixo; diminuição de gastos com áreas degradadas pela inadequada deposição de lixo; diminuição de gastos com serviço de limpeza pública. Geração de empregos com a instalação de novas indústrias de reciclagem; resgate social de indivíduos, por meio do incentivo à criação de associações e cooperativas de catadores; melhoria das condições de saúde pública.
Não é justo que deixemos de cuidar do planeta que nos acolhe com tanto afinco. Onde está a evolução tão falada entre os humanos? Acham evoluídos os seres que degradam seu próprio habitat?
Existem empresas sérias que trabalham visando a preservação do meio ambiente, entre elas, está a conhecida Nike, que ocupa o 7º lugar no TOP 500 das empresas verdes, a Avon que fica na 25ª posição, Colgate - Palmolive, que ocupa o 39º lugar, entre outras. Fique atento ao que você coloca dentro da sua casa; fique atento ao seu mundo.
Saudações evolucionistas.
Quando a gente escreve, é como se um pedaço do nosso coração fragmentasse e saísse pelos poros, escorresse até a ponta dos dedos e arrancasse uma pitada da nossa alma. Uma colagem fiel do que somos. (Pâmella Acioli)
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
E a liberdade?!.
Li.ber.da.de s.f. 1. Condição de livre. 2. Direito de decidir e agir segundo a própria vontade; livre arbítrio; 3. Intimidade; familiaridade. Pl.: 4. Regalias; imunidades. 5. Intimidades sensuais. 6. Procedimento livre contra as convenções sociais.
Liberdade para falar o que quiser, fazer o que quiser, ouvir o que quiser, ver o que quiser. Viver como convier. Liberdade para tomar um café, acender um cigarro, inalar o veneno da industrialização. Liberdade para declamar em praça pública os mais belos poemas. Liberdade para gritar aos quatro ventos o quanto me sinto bem quando vivo em prol de causas perdidas. Poder expressar minha raiva diante da corrupção, sem sofrer repreensão. Ter de novo, a liberdade de jogar bola até tarde, de andar de skate, de passear num parque junto com minha bicicleta. Sinto falta de um passado puro e dotado de inocência. Sinto falta dos verões, das ondas, do cheiro do mar. Sinto falta de ligar a televisão e ver desenhos animados, no lugar de tele jornais que divulgam, cada um, cerca de 5 mortes por dia. Queria, de novo, ter a liberdade de usar a roupa que quisesse, e não ser obrigada a me enquadrar nos padrões sociais. Padrões. Vomitando em 3...2...
Liberdade para falar o que quiser, fazer o que quiser, ouvir o que quiser, ver o que quiser. Viver como convier. Liberdade para tomar um café, acender um cigarro, inalar o veneno da industrialização. Liberdade para declamar em praça pública os mais belos poemas. Liberdade para gritar aos quatro ventos o quanto me sinto bem quando vivo em prol de causas perdidas. Poder expressar minha raiva diante da corrupção, sem sofrer repreensão. Ter de novo, a liberdade de jogar bola até tarde, de andar de skate, de passear num parque junto com minha bicicleta. Sinto falta de um passado puro e dotado de inocência. Sinto falta dos verões, das ondas, do cheiro do mar. Sinto falta de ligar a televisão e ver desenhos animados, no lugar de tele jornais que divulgam, cada um, cerca de 5 mortes por dia. Queria, de novo, ter a liberdade de usar a roupa que quisesse, e não ser obrigada a me enquadrar nos padrões sociais. Padrões. Vomitando em 3...2...
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
Remake
Acordei sentindo o frio que as gotas da chuva causavam em mim. Havia esquecido a janela aberta. Monotonamente tomei banho e, em seguida, tomei meu café-da-manhã, composto por um café forte e nada mais. Escovei os dentes, joguei um prendedor de cabelos dentro da bolsa e segui, corriqueiramente. Os sinais de trânsito ainda estavam desligados, ou eu tinha esquecido a porcaria dos óculos na mesa de centro. A chuva insistia em cair. Baixei o vidro do carro e comecei a sentir as geladas gotas chicoteando meu rosto. Liguei o som para tentar escapar dos pensamentos. Não havia nada de interessante no rádio. Resolvi conectar o mp4, e escolhi a pasta que continha as músicas do Cazuza; grande Cazuza. Eu pensava no que poderia fazer para tornar meu dia mais dinâmico. Pensei que, talvez, eu devesse ter pintado as unhas de vermelho e não de nude. Mergulhei em pensamentos fúteis, até que perdi a entrada na estrada. Minha sorte foi que inventaram o "tal do retorno". Voltei à trilhar o caminho certo e parei de pensar. Resolvi pegar uma cartela de rifas que guardava no porta-luvas do carro. Não sei bem os motivos, mas essa cartela, mantinha as pessoas afastadas de mim, e, caso alguém se aproximasse, bastava oferecer uma rifa em prol de "não sei o que". Eu gostava dos meus dias, Sempre havia algo diferente, embora, estivesse igual. Segunda, terça, quarta, quinta e sexta. Sempre a mesma coisa. Sábado e domingo, minha casa, só minha casa, meu cobertor, moleton e café. Algumas folhas de papel e uma caneta para rabiscar o que vinha à minha mente. Fantasiava uma segunda diferente, mas, apenas fantasiava. Fantasiava uma vida diferente, fora da monotonia e fora do desgaste.
sexta-feira, 16 de julho de 2010
Insônia
Café. O "TIC-TAC" do relógio na cabeceira. A cidade parada. Um cigarro aceso e nada fazia sentido. Os pensamentos faziam barulho. Tentativas frustradas de mergulhar no mar de ilusões para o qual a música me leva. Havia luz no quarto escuro e era a luz da televisão, que alterava o clima estático que pairava no ar. Café e liberdade para pensar em qualquer coisa. A fumaça do cigarro, desenhava no ar, figuras ilusórias. Havia luz. E desta vez era uma luz mais forte. Sol! E já era dia. A cabeça dolorida, os olhos com um leve ardor, mais uma xícara com café, mais uma, mais uma, mais uma, mais uma e finalmente, a irritação da luz do sol que dava sentido a uma coisa sem sentido, já havia cedido seu lugar para o adormecer da cidade. "TIC-TAC" na cabeceira, e desta vez, os ponteiros giravam em alta velocidade, era segunda e já é quinta, dias sem pregar os olhos, dias sem parar para descansar. Café! Escuro e silêncio. Um sabor esquisito na boca. Amargo! Seria o café? Seria o sabor do meu "eu"? Que seja! O sol vai nascer logo, e esse sabor é algo que não tem a mínima importância. Um loop na visão, um loop no cérebro e um pouco de pinga. Ninguém é de ferro. O sol volta. A pinga faz efeito. Abri as gavetas e em uma delas, achei uma 'pastilha' branca, tamanho médio. Tomei com água, optei por fazer o correto. Dormi.
segunda-feira, 5 de julho de 2010
Utópica felicidade
Mais uma vez, me ponho a pensar na incansável busca pela felicidade, e mais uma vez me deparo com uma diversidade enorme de fatores que poderiam proporcionar o tão sonhado 'feliz para sempre'. Há quem diga que a felicidade não pode ser comprada, há quem diga que a felicidade está no amor, há quem diga que a felicidade está no dinheiro, enfim...
Mas, onde será que ela realmente está? Será que ela está? Particularmente, eu não acredito na existência da felicidade, propriamente dita. Acredito que hajam momentos alegres, pessoas que nos transmitem uma energia tão positiva, lugares com cargas +, que de certa forma, nos colocam num estado de espírito semelhante ao descrito pelos ditos "felizes". Pois bem, relacionemos sentimentos com realidade, na comparação existem inúmeras diferenças, são coisas indescritíveis, são coisas que só se sabe, quando se vive.
Você não pode ver a felicidade, ela não existe. Você não pode comprar a felicidade, ela não existe. A felicidade não existe, a felicidade É.
Mas, onde será que ela realmente está? Será que ela está? Particularmente, eu não acredito na existência da felicidade, propriamente dita. Acredito que hajam momentos alegres, pessoas que nos transmitem uma energia tão positiva, lugares com cargas +, que de certa forma, nos colocam num estado de espírito semelhante ao descrito pelos ditos "felizes". Pois bem, relacionemos sentimentos com realidade, na comparação existem inúmeras diferenças, são coisas indescritíveis, são coisas que só se sabe, quando se vive.
Você não pode ver a felicidade, ela não existe. Você não pode comprar a felicidade, ela não existe. A felicidade não existe, a felicidade É.
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